Depois de ter feito que fez com a camisa do Flamengo na temporada passada, Adriano ganhou nova chance na Seleção.
Foi até lá, mostrou pouco serviço, mas parece ter feito o suficiente para que o Dunga o colocasse como reserva imediato de Luis Fabiano na Copa.
Na última terça, o Imperador atuou como titular com o Brasil no amistoso contra a Irlanda. Não fez quase nada, nem se destacou.
No post sobre os Jogos de Inverno, citamos o tamanho da medalha dada aos vencedores. Aproveitando, a seção Memória trata um pouco da história dessas valiosas peças.
As medalhas esportivas estão presentes nas mais diversas competições e são cobiçadas pelos melhores, aqueles que superam limites, ultrapassam barreiras. Mas, afinal, quando elas surgiram?
Foi em 1894, com o renascimento olímpico, firmado pelo barão de Coubertin, dezesseis séculos depois da extinção dos Jogos.
Época de Copa do Mundo é sempre uma festa. Não só dentro de campo, na empolgação dos torcedores, mas também no quesito marketing.
As empresas fabricantes e fornecedoras dos uniformes sempre deixam para lançar novos modelos das camisas na época do Mundial. Jogam o preço lá no alto, aproveitando o embalo do povão.
Vou publicar o mesmo texto aqui e na minha coluna no Eu Sou Flamengo.
Afinal, é dia três de março – uma data bem especial para os flamenguistas.
Nascia no ano de 1953 aquele que colocaria o Fla no mapa mundial do futebol. Arthur Antunes Coimbra foi o maestro rubro-negro, o grande ídolo, aquele que ser de inspiração para brasileiros amantes do futebol.
King James aprontou mais uma das suas na segunda-feira. Em um duelo contra o New York Knicks, o melhor jogador da temporada deitou e rolou sobre a fraca defesa adversária.
A jogada mais impressionante saiu após um contra-ataque, num passe açucarado de Delonte West para o astro fazer isso aí embaixo:
É uma pena que a jogada não valeu, já que a falta foi apitada em West no momento do lançamento…