Momentos divertidos no Sportscenter

Sportscenter informa e diverte na ESPNA ESPN, pra mim, é referência no jornalismo esportivo.

Aliás, foi por causa dela e da sua parceira aqui no Brasil que eu despertei essa vontade de fazer jornalismo e, principalmente, trabalhar no meio esportivo. “Já que não consigo jogar, que trabalhe perto dos que jogam”, pensava.

Cobertura de grandes competições, jogos da Europa quase que inteira, principais campeonatos e, principalmente, muita informação. Programas de debate, de análise, notícias… Tudo isso me cativa bastante.

O Sportscenter é um exemplo de que a ESPN é sensacional. Um noticiário completo, moderno e com um belo visual. Recheado de boas matérias, tem nos seus apresentadores a chave para um grande programa.

Falo principalmente da edição noturna, onde Paulo Soares, o Amigão, e Antero Grecco dão o tom de um jornalístico informativo, porém bastante divertido.

Ambos tem liberdade para comentar as notícias. Nessa hora, é inevitável algumas gafes e momentos engraçados. Sem nenhum receio, a dupla cai na gargalhada e diverte a todos que assistem em casa.

Confira abaixo um Top10 que achei na rede com alguns destes momentos hilários:

Os grandes na história do vôlei

92 marcou época com o OuroPor se tratar de um esporte em que uma jogada é sequencial à outra e, se um erra em uma bola, o ataque fica comprometido, assim como um bloqueio quando se defende, o vôlei é um dos poucos esportes em que não destacamos tanto os nomes individuais, como acontece no futebol e no basquete, por exemplo.

Ainda sim, tivemos grandes jogadores que, em suas posições, foram importantes para suas equipes e seleções, com jogadas e contribuições coletivas.

A geração de prata que impulsionou a prática do Vôlei no país tem como destaques principais Renan Dalzotto e Montanaro, dois pontas eficientes, principais responsáveis pelo grande feito da seleção brasileira, até então, o mais importante. Com bolas altas aproveitavam o bloqueio adversário e exploravam muito bem a bola ao fundo.

Em 92, na geração do ouro olímpico, foi a vez de Tande e Giovane assumirem os papéis principais em Barcelona. Adotando um estilo de voleibol de praia, as largadas de Tande desmoronavam as defesas adversárias, enquanto o companheiro adotava a força para derrubar a trincheira oponente.

Depois desse período, não há como não citar o estilo cubano de jogar voleibol. Num sistema de dois levantadores, os filhos da terra de Fidel, infernizavam a vida dos defensores, com Pimienta e Denis, os dois ponteiros fortes e com alta impulsão.

Depois de um ciclo forte em 2000, ao lado da Sérvia, foi a vez do mundo conhecer o argentino Marcos Milinkovic, um dos maiores responsáveis, senão o maior, pela ascensão argentina no voleibol, com uma eficiência em pontuar que ultrapassara 80% nas estatísticas.

A família Bernardinho formou-se e a geração mais vitoriosa do Brasil tem como destaque maior, Gilberto Godói Filho, o Giba, com um arsenal vasto de jogadas, que vai desde bolas rápidas até as mais cadenciadas que enganam o bloqueio adversário e fazem dele, talvez, o mais temido jogador da atualidade.

Para encerrar, vale a citação do principal responsável pelo resgate da hegemonia norte-america, com a conquista da última olimpíada. Atuando desde 1989, Lloy Ball foi peça vital no time, que mesclou novatos e experientes, e atingiu o ápice da carreira em 2008. Com bolas carregadas de efeito e com irrisórias falhas, o voleibol assistiu à importância de um levantador consciente na trajetória de uma conquista.

Tevez baila no City

Tevez, em grande fase, e sua dancinha

Carlitos Tevez is on fire. A tradicional expressão americana justifica a grande fase do argentino, que está pegando fogo, atuando em alto nível e ajudando o Manchester City a se reerguer na temporada.

Ontem, o atacante dos Citzens encarou mais uma vez seu ex-clube: o arquirival Manchester United, em jogo válido pela semifinal da Copa da Liga Inglesa, uma das competições intermediárias por lá.

Os Diabos Vermelhos saíram na frente com Giggs. No final da primeira etapa, Tevez empatou de pênalti e saiu comemorando com intensidade. Na etapa final, o argentino foi à forra com o segundo gol, que garantiu a vitória, correndo para a torcida com as mãos nos ouvidos para ouvir as vaias dos Uniteds.

Mas não foi apenas neste clássico que Tevez vem se destacando. O camisa 32 já está em grande (expressões de Football Manager, lembram?) tem algum tempo. Até agora, são 26 jogos e 17 gols e é, de longe, o reforço que mais deu certo até aqui.

Só para comparar, o paraguaio Roque Santa Cruz tem 11 jogos e três gols. O togolês Adebayor, em 15 jogos, anotou seis tentos. O meia Barry fez 26 partidas e anotou dois gols e, só pra desmoralizar um pouco, Robinho, em 11 jogos, não fez nada.

Entra técnico, sai técnico e o argentino segue aprontando das suas. Curioso é que seu estilo é o mesmo há anos, desde os tempos de Boca e Corinthians, correndo atrás da bola como nunca, brigando e partindo pra cima de adversários.

Resta saber se agora ele será seduzido por mercados diferentes, como Espanha e Itália. O Man City está longe de ser uma potência e, acredito, se tiver que mudar de equipe, seria para outro centro.

Enquanto isso, o argentino segue desfilando seu talento e, principalmente tirando onda nas comemorações. A fase é tão boa que o próprio clube resolveu promover um concurso entre seus torcedores para imitar a mais recente dancinha do hermano:

Zico: desempregado mais uma vez

Zico mandado embora do OlympiakosO Olympiakos anunciou nesta terça-feira a demissão do técnico Zico.

O time acumulou três resultados ruins (duas derrotas e um empate recente), que atrapalharam na campanha da Liga Grega, culminando no aumento da distância para o líder Panathinaikos em sete pontos.

Foram apenas quatro meses de trabalho. Curioso é que o Galinho acumulava bons números: 21 jogos, sendo 12 vitórias, quatro empates e cinco derrotas. Seu time marcou 28 gols e levou 17.

Os períodos ruins parecem ser cruciais para o técnico brasileiro, uma vez que foi pelo mesmo motivo que ele saiu do CSKA, onde seus números também foram positivos (20v, 5e e 10d).

A questão aí parece ser a capacidade de segurar o mau momento. Não sei se as diretorias dos clubes parecem não ter paciência com Zico, julgando pela sua experiência, mas, sempre que entra na má fase, a demissão vem com facilidade.

Resta saber qual o próximo mercado do eterno ídolo do Flamengo, que já rodou por Japão, Turquia, Uzbequistão, Rússia e Grécia.

Falta ainda vê-lo em ação num grande centro europeu como Itália, Espanha, Inglaterra, França ou Alemanha.

Recentemente, Zico teve seu nome especulado em uma lista para substituir no futuro o ótimo Arsene Wenger, que já prepara sua aposentadoria e, consequentemente, sua saída do Arsenal para o ano que vem.

Formula 1 e seu desenho quase definido

De la Rosa volta ao circuito da F1A Formula 1 vai se desenhando para 2010. Pouco a pouco, as vagas nas novas e velhas escuderias estão sendo preenchidas, restando poucas chances para desconhecidos e conhecidos pilotos buscarem seu lugarzinho ao sol na categoria mais vista do automobilismo mundial.

Agora são apenas quatro lugares disponíveis. O mais novo confirmado foi o espanhol Pedro de la Rosa que, depois de muito lutar, conseguiu uma vaguinha na velha nova Sauber. Ele fará parceria com o japonês surpreendente Kamui Kobayashi.

Os outros cockpits que esperam por pilotos são:

  • USF1, escuderia americana que até agora não se manifestou e parece desistir do campeonato, pois conta com duas vagas
  • Renault, que sobrevive e procura um companheiro para Robert Kubica
  • Campos, que só anunciou Bruno Senna e já sofreu com boatos de desistência por falta de grana

Segundo o Globoesporte.com, alguns conhecidos como Nick Heidfeld, Jacques Villeneuve e Anthony Davidson estão cotados, bem como os novatos Pastor Maldonado, Vitaly Petrov, Bertrand Baguette, Jonathan Summerton, e outros.

Resta saber se essas novas equipes terão mesmo bala na agulha para sobreviver. Ainda que, se vierem, não farão tanta diferença, seria interessante para inchar um pouco mais o grid, que teria 26 carros nas corridas.

Não muda muita coisa, pois é certo que o que queremos ver é Schumacher na Mercedes, Massa x Alonso na Ferrari, Hamilton x Button na McLaren e o que as Red Bulls farão para impedir essa turma de dominar a temporada.

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