Não quero aqui discutir mais uma vez a situação do Adriano. O jogador do Flamengo já foi alvo de notícias pra todo lado nos portais nacionais com seu “problema notório” (via Marcos Braz).
Mas se pudermos aproveitar o gancho pra esticar a situação a um outro astro do esporte, chegaremos a um cara na NBA que já fez muito sucesso, foi MVP e quase campeão.
O Arsenal é daqueles times que muita gente não aposta. Tem um elenco bom, mas jovem, com um técnico altamente experiente, mas parece nunca figurar no topo dos favoritos.
O time, no entanto, já surpreendeu muita gente. Tinha Henry e Bergkamp em tempos áureos, com um meio-campo capitaneado pelo francês Robert Pires. Foi campeão inglês.
Hoje é comandado por jovens peças como Fabregas, Denílson, Arshavin e Van Persie.
Um grupo forte, mas longe de ameaçar os poderosos Chelsea e Manchester United na Premier League. Mais longe ainda de ser cotado na Liga dos Campeões.
Não há vagas. É hora de começar o show. Assim podemos resumir a situação da Formula 1. A mais popular categoria de corridas do mundo e dos brasileiros começa neste fim de semana com algumas equipes de fora.
A USF1, americana que acertou com piloto argentino, não teve bala na agulha para dar conta do recado. Capengou, tentou se unir com a Campos e acabou fora da brincadeira.
Marcelinho pode ser considerado o Adriano do basquete flamenguista. É a referência, a estrela, o cara que chama a responsabilidade e, de longe, o grande ídolo da massa.
O camisa 4 do Fla comanda a equipe. No fim de semana, no entanto, sua atuação chamou mais que a atenção. Marcelinho bateu o recorde de pontos de um só atleta em competições brasileiras.
Neste fim-de-semana rolou a primeira etapa do circuito mundial de skate vertical, o Rio Vert Jam, que teve sede na cidade maravilhosa, o Rio de Janeiro.
Entre os skatistas presentes, nomes de peso se destacavam, como o penta campeão mundial Sandro Dias, o atual campeão do mundo, Renton Millar e outros nomes já bem conhecidos no cenário do skate mundial. Porém, o grande destaque do campeonato foi a nova geração, que mostrou linhas ousadas e com poucos erros.